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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Inocência destruída - capítulo 21 - parte 3(final)


Depois da festa, fomos para o aeroporto e rapidamente chegamos no nosso destino, onde passaríamos nossa lua de mel. Dallas. Escolha de Joe, disse que essa cidade me dava certa paz e estava certo.
Ficaríamos na minha antiga casa, presente do meu pai de casamento. Assim que chegamos, fomos logo deixar as malas no quarto. Joe não me deixou entrar normalmente e me carregou, passando pela porta. Eu ri.
Demi: eu sei andar!
Joe: eu sou muito tradicional!
Demi: é, eu sei disso! - ele me pôs no chão - ual, fizeram uma reforma e tanto aqui! - observei cada detalhe da nova decoração, tudo estava...perfeito - quando? - virei pra trás depois de caminhar pelo quarto e o vi sorrindo com as mãos no bolso da calça -
Joe: durante as preparações do casamento, nossos pais fizeram uma pequena aliança!
Demi: hum! - sorri - e deu certo! - me aproximei dele, fazendo trilha com meus dedos pela cama e o abracei pelo pescoço, senti suas mãos se pousarem em minha cintura, hesitantes - o que você sente quando está comigo, Joseph? -
Joe: Demi... - repreendeu-me -
Demi: você sabe que vai acontecer! - ele franziu o cenho - e estamos casados, o que impede você?

Com certeza, se fosse a dois meses atrás e se alguém tivesse me dito eu não acreditaria, mas eu estava vivendo aquilo, eu sabia que era verdade. Ele me beijou, e não foi um beijo calmo como os outros que ele me proporcionou e que me deram vários arrepios, não. Esse tinha fome, desejo, uma vontade de me devorar viva, se ele pudesse e eu mau conseguia respirar, mas não podia me sentir mais viva. Separei nossos lábios por um instante pra recuperar o maldito fôlego.
Demi: com quem eu me casei? - brinquei e ele riu -
Joe: não era isso que queria?
Demi: calma...- sorri -

Segurei suas mãos e as pus em minhas costas, por cima do zíper do meu vestido tomara que caia, ele entendeu o recado e o abaixou lentamente, sem tirar os olhos dos meus. Isso me fez lembrar a primeira vez que meu nome saiu de seus lábios "Demetria...", naquela época eu não achava que fosse me apaixonar tanto. Fechei os olhos por um momento, lembrando que já estava apenas de roupas íntimas na sua frente, mas logo os abri de novo, tomando coragem para ensinar meu marido a me tocar.
Desabotoei devagar seu terno, botão por botão, até que ele estivesse apenas de calça. Sorri com isso e voltei a beijá-lo, tão suave, apenas analisando cada toque para provocá-lo ainda mais.
Demi: não tenha medo de me explorar! - sussurrei em seu ouvido -

"Eu me apaixonei por você!"

Cada momento que passamos juntos foi inesquecível e os que estavam por vir, seriam menos ainda.

"Eu sinto isso quando me olha, quando me beija...eu te amo, Demi!"

O trouxe para junto de mim em cima da cama, o acolhendo entre as pernas. Ele entendeu meu recado, suas mãos passeando por meu corpo, agora, sem timidez, não me deixavam concentrar direito, em certos momentos eu me esquecia que aquela era sua primeira vez.

"Não vá...por favor..."
"Não vou...nunca mais...eu prometo!"

Pouco me importava agora em que lugar do quarto sua calça havia ido parar, mas agora sua ereção era mais perceptível. Ter seu corpo sobre o meu era o que eu tanto esperava, cada detalhe nítido e ao meu alcance assim, era um presente de Deus. De repente, todos os traumas de infância se esvaziaram de minha mente quando ele finalmente me possuiu. Com investidas hesitantes, ele era guiado por seus instintos, o que era completamente natural. Meu corpo queimava, fervia em reação ao dele, meu sangue pulsava forte e meu coração, bom, este parecia cansado do lugar que ocupava em meu corpo e tentava desesperadamente sair do peito.
Com o passar dos minutos, suas investidas se aceleraram, até que finalmente chegou.
Seu corpo caiu mole sobre o meu e ambos respirávamos descontroladamente. Ele virou para o lado e eu deitei sobre seu peito, apenas aproveitando a sensação de estar em seus braços.

E eu senti...minha inocência viva de novo!

Fim!

Agora a música tema da fic, legendada, o vídeo tá um pouco atrasado, mas foi o único que eu consegui colocar! Beijos!

Espero que tenham gostado, lindas, vou ficar amanhã sem entrar no blog, então me perdoem se não aparecer no blog de vocês de novo!kkk
Beijos!
Divulgação: Between Love & Dead

Inocência destruída - capítulo 21 - parte 2


Marry: não há razão pra vocês não serem casados e não aproveitarem suas juventudes ao mesmo tempo!
Demi: mas e a vida a dois!
Chelsea: é mais que óbvio que vocês dois possuem tudo o que é necessário pra dar esse passo, por que esperar? - eu respirei fundo -
Demi: vocês tem toda razão! - admiti sorrindo, não sei porque pensei o contrário -
Marry: e então, vão querer bolinhos? - voltou pro fogão, descontraindo a conversa -

(...)

Eddie: posso entrar? - disse, batendo na porta e sorrindo - nossa, você está...linda!
Demi: obrigada, pai! - sorri de volta -
Eddie: é...você cresceu! - ele ia chorar, meu Deus! -
Demi: não, pai, não chora! Se não eu vou chorar também! - pedi e ele riu, limpando as lágrimas -
Eddie: eu só queria dizer que estou muito feliz por você, apesar de tudo, você está aí, firme e forte, e vai se casar! Estou muito orgulhoso de você, minha filha!
Demi: eu tive quem me ajudasse a superar! - o abracei -
Eddie: vamos? Os convidados já estão nos esperando! - ergueu o braço e eu o segurei -

Todos estavam lá, os colegas de escolas, parentes distantes e até alguns moradores de Dallas. Era um dia especial, não apenas pra mim, eu tinha certeza disso. As coisas tomaram um rumo bem diferente na minha vida e cada detalhe eu aprendi a apreciar, afinal, são esses momentos que as coisas ruins tornam inesquecíveis e são nessas horas que a garotinha de 15 anos volta.
Cheguei ao altar e ganhei um beijo na bochecha de meu pai, deixei meu buquê de flores com Marry, que era a madrinha do casamento e estava ao lado do altar, e segurei as mãos de Joe. Ele estava incrivelmente lindo em mais um de seus ternos que retiravam toda aquela aparência de nerd e botava em seu lugar um homem, sim, um homem, que eu amava e sentia em cada parte do meu ser, em cada respiração diária que amaria pelo resto da vida. Meu homem.
Via nos olhos dele que ele tinha certeza daquilo tanto quanto eu e se eu o tinha do meu lado, não precisava de mais nada para me sentir convicta desse grande passo.
Eu não tinha a menor ideia do que o padre falava, mas como eu prestaria atenção com toda essa felicidade explodindo em mim? Uma felicidade que a muito tempo não sentia.
Padre: os votos! - tudo bem, isso eu escutei e congelei na hora porque não tinha preparado nada! -
Joe: relaxa, fala com o coração! - disse, como se percebesse meu nervoso e eu sorri, respirando fundo -
Demi: todo mundo precisa de uma inspiração, todo mundo precisa de uma alma...
Joe: uma bela melodia, quando a noite é tão longa...
Demi: porque não há garantia que essa vida é fácil...
Joe: eu vejo a verdade, eu vejo o perdão...
Demi: você me ama pelo que sou...
Joe: como as estrelas abraçam a lua...
Demi: e bem ali onde elas devem estar...
Demi/Joe: eu sei que não estou só!

Todos aplaudiram de pé quando terminamos e o padre deu a benção, então nos beijamos, com mais verdade e carinho que nunca, mesmo com todos os aplausos, pra mim, só havia eu e ele ali, mais ninguém!
A festa estava linda, todos se divertiam e sorriam animados. Eu e Joe apenas dançávamos lentamente, abraçados.
Trace: parabéns, Demi! - surgiu de repente, sorrindo -
Demi: obrigada, Trace! - sorri leve pra ele que saiu -
Joe: é, tudo termina bem quando acaba bem! - disse e eu ri, voltando a envolver seu pescoço com meus braços -
Neithan: parabéns, Joe!
Joe: oi, Neithan! - desfez o abraço e bagunçou o cabelo do garoto, eu sorri - quem veio com você?
Neithan: o pessoal do orfanato, eles sabem que você é meu melhor amigo!
Joe: obrigada, cara! - fez um toque de mãos esquisito com ele enquanto eu apenas observava, rindo, então uma ideia me veio à mente -
Demi: Neithan, o que você acha de em vez de melhor amigo, o Joe ser seu pai? - os dois me encararam confusos -
Joe: como assim?
Demi: estou falando de adoção!
Neithan: SÉRIO?? - perguntou, os olhinhos brilhando de felicidade e eu assenti sorrindo - LEGALL!! - nos abraçou e saiu pulando -
Joe: você é incrível! - sussurrou pra mim antes de me segurar pela cintura e me beijar -

Inocência destruída - capítulo 21 - parte 1

Denise: aquelas flores ali, por favor! - ordenou a uma empregada que obedeceu na hora, levando as flores amarelas para perto da porta e eu a observava do pé da escada com as mãos juntas. Eu tinha que conversar com ela, saber porque tinha aceito esse casamento tão rápido -
Demi: dona Denise? - a chamei e ela me encarou, sorrindo - posso...conversar com a senhora por um instante? - o sorriso dela sumiu, ela olhou para os lados e respirou fundo assentindo -
Denise: devo confessar a você que não sou totalmente a favor dessa união! - eu sabia! - mas fui sincera quando disse que mudei de ideia, posso ter meus conceitos e valores violados ao te aceitar nessa família, mas proibir meu filho de ver você só irá afastá-lo de mim e eu não suportaria isso! - disse, com mais sinceridade do que eu estava acostumada. Senti em suas palavras que quem falava naquele momento era seu coração -
Demi: obrigada, eu prometo que vou fazer seu filho muito feliz!
Denise: é só isso que eu peço! - sorriu e nos abraçamos -

(...)

Nunca estive tão perto de me sufocar em toda a minha vida, eram mulheres por todos os cantos no quarto, de um lado pro outro. Algumas me espetavam com agulhas para tirar a medida do vestido de noiva, outras preparavam a decoração da saia e outras só olhavam para ter certeza de que ficaria bem em meu corpo.
Estilista: e então? Esse lhe agrada? - perguntou sorrindo e apontando pro espelho. Eu me virei e...até que não ficou tão ruim, na verdade, era lindo! Mas uma coisa me pegou na hora em que eu me deparei com a aparente senhora Jonas: será que eu to preparada para dar um passo tão grande? Um passo que, literalmente, vai mudar a minha vida? E se tiver algo lá fora, além dessa cidade nublada, me esperando, como eu vou saber? - o que acha? - a voz dela me despertou de meus pensamentos, fazendo-me olhar pra ela -
Demi: é lindo! - sorri para a estilista que se iluminou ao ouvir minhas palavras -
Estilista: por que está triste? - perguntou, curiosa e eu forcei um sorriso -
Demi: só estou nervosa, afinal...vou me casar!

Depois de acertar todos os detalhes do vestido de noiva, fui falar com Marry já que estava na casa dos Jonas, precisava da sabedoria de alguém mais velho antes de tomar alguma decisão precipitada e meu pai...bem, ele não tem condições emocionais pra isso. Há muito tempo que ele não sorri, só deprimido e quase não sai, é triste presenciar isso todos os dias.
Encontrei Marry preparando o almoço, na cozinha, o cheiro estava ótimo e se espalhava por todo o cômodo.
Demi: eu vou almoçar aqui! - brinquei, sorrindo enquanto me sentava na bancada -
Marry: Demi! - retribuiu o sorriso e veio me abraçar - o que faz por aqui?
Demi: ah, Denise me chamou pra acertar os últimos detalhes do vestido de noiva!
Marry: por falar nisso, parabéns!
Demi: obrigada!
Marry: mas eu conheço essa carinha! - tocou meu queixo - quer conversar? - voltou para o fogão enquanto eu apenas a observava da bancada -
Demi: Marry, você já se casou? - disse, após suspirar -
Marry: sou viúva! - respondeu sem se virar -
Demi: ah, eu sinto muito!
Marry: não, tudo bem, querida! - se virou pra mim, se aproximando - mas por que a pergunta? Ah, já sei, você está nervosa com o casamento, acertei? - eu assenti -
Demi: é que...eu não sei se é a coisa certa a fazer nesse momento, sabe? Minha mãe morreu não tem nem um mês direito e ainda não terminamos o colegial! - fiz uma pausa e Marry me encarou, penalizada - e se não estivermos prontos? - murmurei -
Marry: eu entendi e você tem toda razão em estar preocupada, afinal, a maioria dos casamentos não duram pra sempre e só de durar já é um milagre! - ela respirou fundo e segurou minhas mãos - pra dar certo é preciso haver cumplicidade, paciência e compreensão...mas nada disso adianta se não houver amor! - meus olhos, que estavam fitando minhas mãos, se ergueram e encontraram os olhar da doce senhora à minha frente - deixa eu te perguntar uma coisa, quando Denise te ameaçou e você foi obrigada a se separar de Joseph, o que sentiu?
Demi: eu tenho mesmo que responder isso? Não é um dos meus assuntos favoritos! - hesitei -
Marry: preciso entender todos os pontos para poder ajudar você! Vamos, é só falar... - eu respirei fundo -
Demi: eu não sei explicar...foi como se...tudo tivesse perdido o sentido pra mim, eu simplesmente não via mais razão pra viver! - dei de ombros, forçando um sorriso -
Marry: entendo...- ela desviou o olhar por um instante - e como você mesma disse, não faz nem um mês que sua mãe morreu e você já superou, por que?
Demi: porque...cada vez que ele me abraça, eu sinto como se tudo pudesse cair sobre mim, mas como ele estava ali, nada me atingiria!
Chelsea: ele não tinha isso comigo! - apareceu, sorrindo, na cozinha e se sentando ao meu lado - mas com certeza ele sente com você!
Demi: e...o que vocês acham? - Chelsea e Marry se entreolharam e riram brevemente -
Chelsea: case-se!

Próximo capítulo...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Selinhos + aviso + divulgação + novo lay!



Ganhei esse selinho lindo da minha Brubs, obrigada!*-*
Bom, eu acho que o que me faz sorrir é...eu não sei dizer, se tudo estiver bem, pra mim é o suficiente, minha família estar com saúde, unida, rindo e brincando junto, eu acho que com isso eu posso suportar até uma traição de um dos meus melhores amigos. Nada substitui a minha família que atualmente se resume apenas em minha mãe e meu irmão, com quem eu moro.
                               
Esse eu ganhei da minha linda do meu coração, a guria que eu considero como uma irmã, que está comigo na blogsfera desde o começo, minha Ale! Te amuh, flor!*-*
Fiquei emocionada com as palavras usadas no selo, sério!:D
Vou ser sincera com vocês, tá de madrugada aonde eu moro e eu to morrendo de sono e com a maior preguiça do mundo de repassar esse selo, então fica à vontade quem quiser pegar!kkkk

Aviso:
Eu fiquei quase uma semana sem postar porque eu tava trabalhando nesse lay, minhas aulas começaram, meu outro blog também exige bastante atenção, virei postadora de um outro blog que eu to pensando seriamente em tirar meu nome e ainda por cima, minha mãe tá cobrando mais de mim dentro de casa com tarefas domésticas, então me perdoem, mas daqui pra frente só irei postar nos finais de semana e pra compensar vocês vou tentar postar um capítulo no sábado e um no domingo, ok? E me desculpem se eu não comentei no blog de vocês, eu estava SUPER ocupada!

Divulgação:Sexy Silk - Red Roses :: Oficial
Super indico!;)

Novo lay na área, gente!kkkk
Fui euzinha que fiz, estudei pra cacete, mas valeu a pena. Não tá essas maravilhas, mas ficou bonitinho e quer saber? Eu to orgulhosa de mim mesma, com todos os erros e acertos, fui eu que fiz, então ficou bom!kkk Foi o meu primeiro lay, eu tenho que me orgulhar mesmo!kkkkk

Ah, gente, eu ia me esquecendo, vou postar o último capítulo de Inocência destruída mais tarde, é porque eu ainda to ajeitando os últimos detalhes, posso garantir que vai ser um capítulo BEM grande, com cena hot e tudo que eles tem direito. E a sinopse na nova fic já tá disponível no menu aí do lado!;)
Beijos, lindas!
Comentários respondidos: aqui!:)

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Inocência destruída - capítulo 20


Demi: você quer se casar comigo? - perguntei, incrédula e ele sorriu assentindo - não acha muito precipitado?
Joe: você acha? - fez uma careta - eu não, como Marry disse, pode me chamar de ingênuo ou qualquer outra coisa parecida, mas eu sei o que eu quero! - eu sorri e ele me puxou pela cintura, retirando uma mecha de cabelo do meu rosto e pondo-a atrás da orelha - e eu quero mudar seu sobrenome! - me deu um selinho - senhora Jonas!
Demi: sabe, até que isso soa bem! - brinquei e ele riu - eu aceito! - o envolvi pelo pescoço com meus braços e então e pra selar o acordo só faltava o beijo, e lá estava ele acontecendo - eu amo você! - ele apenas sorriu enquanto acariciava meu rosto e juntava nossas testas -

(...)

Lá estava eu, encarando o túmulo da Dallas pela terceira vez. Me abaixei pra deixar um pequeno buquê de flores pra ela e voltei pra perto de Joe que me abraçou por trás. Vi Eddie fazer o mesmo e depois se afastar, sem nem dar atenção a mim ou a Joe, foi direto pra casa. Joe me encarou confuso.
Joe: ele não vai nos levar? - perguntei e eu apenas neguei com a cabeça. Ele me abraçou mais forte ainda, percebendo minha tensão - vai ficar tudo bem! - sussurrou e eu sorri -
Demi: já está! É só que...
Joe: você perdeu as pessoas em quem mais confiava, certo? - perguntou, calmo. Eu assenti e não pude conter a lágrima que caiu a seguir -
Demi: ela ainda tinha muito o que viver! E... - encarei o pôr-do-sol que se alastrava pelo cemitério, distribuindo uma coloração alaranjada por onde passava - é duro ver quem você ama indo embora desse jeito!
Joe: eu sei...

A lição que eu tirei nesses anos foi que mesmo com tantas decepções, mesmo com tudo caindo sobre sua cabeça sempre vão haver pessoas querendo te ajudar a levantar e quanto a isso...eu não tenho a o que temer...nunca estarei realmente sozinha!
Quem você ama com certeza vai te magoar pelo menos uma vez na vida, jamais pense o contrário, mas aprenda a perdoar, aprenda a aceitar cada ser como ele é ou a felicidade lhe será retirada da forma mais cruel porque o rancor é o que mata um ser humano pouco a pouco.
Voltamos pra casa no dia seguinte. Contar a Denise que eu sou a futura senhora Jonas não será fácil...
Denise: a quanto tempo vocês decidiram isso? - ela estava calma demais, isso me assustava. Estava com o olhar distante, cabeça baixa, dedos embaralhados, parecia...magoada -
Demi: dois dias, queríamos comunicar a vocês antes de anunciar oficialmente! - respondi, meio penalizada -
Paul: o que você acha, querida?
Joe: ficaríamos muito felizes com a sua presença, mãe! - todos estavam hesitantes na hora de se pronunciar, afinal, uma pessoa dessas em silêncio assusta muito mais do que se estivesse gritando. Mas aí ela levantou o rosto e respirou fundo antes de falar -
Denise: certamente não é um casamento muito apropriado para a nossa classe social - vi Joe revirar os olhos nessa hora - mas estive conversando com meu marido ultimamente e... - ela encarou os olhos ternos de Paul ao seu lado e suspirou - você a ama? - perguntou olhando pra Joe -
Joe: com a minha vida! - respondeu, me encarando -
Denise: então tem a minha benção! - sorriu -

Próximo capítulo...

Me desculpem pela demora, mas não estou em casa, amanhã eu volto e vejo se consigo postar mais um pra vocês, muito obrigada às meninas que me mandaram selinhos, vocês são incríveis!*-*
mais tarde eu repasso!;)
amo vocês!:)
bjks e até o próximo!
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Respostas aos comentários anteriores:
alessandrademi : concordo plenamente, também quero muito um Joe desses!:(
todas queremos!kkk
obrigada lindaaa!
bjs

Jéssie Lloyd Lovato : me inspirei de lá!kkkk
ele é mesmo das antigas, mas acho que não vale muito se a noiva não é virgem!kkk
eu tbm sou viciada na saga, já reparou que agente tem muita coisa em comum?
daríamos ótimas amigas se agente se conhecesse pessoalmente!kkk
só sonhando mesmo!kkk
preguiça é um carma!kk
bjs

baby_monster : não foi intencional!kkkk
é, ela disse sim!ebaaaa
kkkk
bjs linda!

Lycia Evely : seja bem-vinda, amore, que bom que tá gostando!:D
beijos


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Inocência destruída - capítulo 19

Eu já estava de malas prontas, Eddie também. Quanto a Joe, eu não sei...não sei se vai ser tão fácil convencer a mãe dele como ele dissera. Mordi o lábio inferior, hesitante com esse pensamento e meu celular tocou. Era ele.

Ligação on

Demi: deixa eu adivinhar, você não pode ir, certo?
Joe: por que você tem tanto medo da minha mãe?
Demi: eu preciso mesmo responder a essa pergunta? - ouvi ele rir -
Joe: ela não fez nada, pelo contrário, aceitou facilmente a ideia da viajem!
Demi: sério? - duvidei - sua mãe aceitou na boa?
Joe: sério! - riu de novo - parece que o senhor Jonas gosta de você!
Demi: por que não chama ele de pai? - eu estava realmente curiosa a respeito disso -
Joe: só não...gosto muito! Ele não é muito presente!
Demi: tudo bem! - eu tinha esquecido disso, droga! -
Joe: te vejo daqui a meia hora! - ele ia desligar, mas eu o chamei -
Demi: ei!
Joe: o que foi?
Demi: eu te amo, meu nerd esquisito! - rimos -
Joe: também te amo, minha pequena encrenqueira! - sorri -
Demi: tchau!

Ligação off

A viajem foi tranquila, fomos de avião e eu dormi o tempo inteiro. Mas ao chegarmos na minha antiga casa que Eddie insistia em manter em nosso nome em vez de vendê-la, havia um problema...
Demi: só tem dois quartos!
Joe: como vamos ficar agora?
Eddie: primeiro, eu não esperava que você viesse, Joe! - eu revirei os olhos - segundo, quando morávamos aqui, eu dormia com Dianna, obviamente e Dallas dividia o quarto com Demi! - deu de ombros -
Demi: tem problema se o Joe dividir o quarto comigo, pai? - sugeri, me arrependendo assim que vi os olhares surpresos dos dois sobre mim - foi só uma sugestão - levantei as mãos em sinal de rendição -
Eddie: prometem se comportar?
Demi: não prometo... - falei baixinho -
Joe: prometemos! - me abraçou de lado e eu ri. Ele ouviu o que eu disse, mas meu pai, felizmente, não -
Eddie: tudo bem, então! - se rendeu - mas to de olho em vocês! - saiu em direção ao seu quarto -
Joe: quando você vai tomar juízo? - perguntou me olhando assim que Eddie sumiu do nosso campo de visão -
Demi: no dia em que você deixar de ser gostoso! - brinquei, rindo e peguei minhas malas para levá-las ao quarto, mas ele me impediu -
Joe: não! - me tomou as malas - eu as levo!
Demi: depois quer que eu tenha juízo com seus músculos se destacando ainda mais com você fazendo força desse jeito!
Joe: quer que eu vá dormir no sofá? - sugeriu -
Demi: tá bom! - me rendi, sorrindo sapeca - prometo tentar! - ele riu -

Desarrumamos as malas e descemos para o jantar que seguiu normalmente, depois, cada um se retirou e fomos para os quartos, se preparar pra dormir. Percebi que Joe ficou um pouco nervoso quando me viu de pijama e ri leve com isso.
Demi: amanhã vamos visitar o túmulo da Dallas! - falei, tentando fingir que não estava percebendo nada e me deitando na cama, ao lado dele -
Joe: três anos... - analisou - é pouco tempo pra tanta coisa!
Demi: pelo menos, tá acabando...eu acho!
Joe: eu não vou deixar nada acontecer com você, eu prometo! - se aproximou pra me beijar, não evitei, mas um beijo naquela situação era perigoso, ainda mais quando se torna mais intenso a cada segundo, como agora -
Demi: para! - o afastei, apenas um pouco e ele se deitou, ofegante do outro lado - me desculpa! - o olhei, ele tinha um brilho diferente nos olhos, uma certa...mágoa - o que foi?
Joe: eu não...
Demi: tudo bem...- não estava tudo bem, ele não me queria e isso ME magoava. Me levantei da cama e fui até a porta do banheiro sem encará-lo, mas sabia que seu olhar me acompanhava -
Joe: ei, ei, ei! - veio até mim, segurando meus braços - o que aconteceu? Por que tá chorando?
Demi: você! - disse simples e vi a feição dele surpresa - você não me quer!
Joe: não é verdade, eu quero muito! - me corrigiu, enxugando minhas lágrimas - só quero me casar com você primeiro!

Próximo capítulo...

Não coloquei foto hoje porque fiquei com preguiça de procurar!kkkkk
mas espero que tenham gostado!:)
Obrigada, Jess, pelo selinho, mais tarde eu prometo que repasso!;)
bjks
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Respostas aos comentários anteriores:
alessandrademi : que bom que gostou, linda!*-*
vamos ver se a Lola tá falando a verdade!kkk
bjks

baby_monster : merecem mesmo!:)
bjs

Jéssie Lloyd Lovato : que bom!:D
pensei bastante pra ficar bem fofo!kkkk
bjks linda!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Inocência destruída - capítulo 18 + divulgação


Joe: a culpa não foi sua, foi uma fatalidade o que aconteceu, não precisa descontar em nós dois!
Demi: vai me escutar, caso isso aconteça com você? - ergui meu olhar sério para encarar o dele -
Joe: como assim? - preguntou, claramente confuso -
Demi: sei que está magoado com sua mãe pelo que ela fez comigo, mas você precisa perdoá-la, porque, ao contrário da minha, os erros que ela cometeu foi somente no intuito de te ver feliz. Não pode condená-la por isso! - ele respirou fundo - não cometa o mesmo erro que eu, você me disse para perdoar minha mãe uma vez, lembra? - ele assentiu - e eu não te escutei!
Joe: tudo bem, você tem toda razão, mas a culpa não foi sua! Não vá...por favor! - suplicou, quase chorando. Eu fechei os olhos, segurando seu rosto e colando nossas testas, misturando assim, nossas respirações -
Demi: não vou...eu prometo! - abrimos os olhos - nunca mais! - garanti, depois lhe dei um selinho e saí do carro -

Entrei em casa e vi Eddie chorando no balcão da cozinha, me aproximei lentamente dele para consolá-lo e observei que ele revirava a comida no prato sem nenhuma animação.
Eddie: daqui a três dias vai fazer três anos que tudo isso começou! - disse como se percebesse minha presença ali - não é irônico sua mãe ir quase no mesmo dia? - olhou pra mim e eu respirei fundo. Ele se referia ao dia em que a Dallas morreu - vamos visitá-la! - então ele saiu. Foi um dia cheio... -

(...)

Demi: eu vou viajar!
Joe: pra onde?
Demi: Dallas, Texas!
Joe: eu posso perguntar por que? - eu sorri -
Demi: vai fazer três anos que a Dallas morreu, eu tenho que vê-la! - ele suspirou, derrotado -
Joe: eu posso ir com você?
Demi: o quê? - perguntei pra ter certeza se eu tinha escutado o que achava -
Joe: não quer que eu vá? - perguntou, fingindo estar ofendido e eu ri -
Demi: sua mãe, Joe! - lembrei -
Joe: eu tenho o senhor Jonas ao meu favor!
Demi: certo... - ri novamente e o puxei para beijá-lo -
Lola: oi, Demi! - disse, surgindo e nos fazendo separar o beijo -
Demi: oi Lola, am... - Joe me abraçou por trás - obrigada por ter ido ao enterro da minha mãe!
Lola: era o mínimo que eu poderia fazer pra me redimir! - eu tinha escutado direito? Redimir? A Lola? -
Demi: espera, deixa eu ver se eu entendi...você tá pedindo desculpas?
Lola: é...pra vocês dois! - apontou pra Joe que sorriu leve pra mim - me desculpem! - saiu. Eu fiquei com a maior cara de besta, realmente não esperava por essa! -
Demi: você acredita? - me virei pra Joe -
Joe: você é a prova viva que pessoas podem mudar!
Demi: é diferente...eu não fiz nada pra ela!
Joe: você derramou um suco na saia dela no primeiro dia!
Demi: mas muita coisa aconteceu de lá pra cá, eu tive motivos pra mudar! Acredita mesmo nessa mudança repentina? - ele respirou fundo -
Joe: vamos dar apenas uma chance, está bem?
Demi: mas um dos meus olhos está bem aberto!

Não importa, isso agora é o de menos.
Resolvi deixar essa estranha variação de comportamento da Lola pra lá, pelo menos até eu voltar de Dallas.
Quando cheguei em casa fui logo tratando de arrumar as malas, partiríamos no dia seguinte, eu não tinha tempo a perder.

Próximo capítulo...

Ainda tem algumas coisas pra acontecer, então eu acho que a fic vai demorar mais um pouquinho mais pra terminar, não pretendo por qualquer coisa pra vocês lerem e esse capítulo já tava pronto, eu pretendia escrever mais nele, mas iria ficar um pouco sem sentido!kkk
espero que tenham gostado!;)
bjs linda!

Divulgação: Meu jeito de amar
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Respostas aos comentários anteriores:
alessandrademi : que bom que gostou, amore!
eu acho que ficou bem assim porque eu já tenho a fic inteira planejada, só no ponto de escrever, assim como no outro blog!;)
bjs

baby_monster : nossa, mas eu também choro às vezes imaginando como eu me sentiria no lugar da Demi!
Também é um pouco de atuação quando se trata de escrever, você tem que saber como são realmente cada personagem pra sair bem e nem sempre é fácil!
também choro quando leio alguns dramas, me imagino no lugar da maioria dos personagens, aspiro tudo que leio porque é a partir daí que eu me inspiro!
bjks

Andreia Moreira : pois é, que bom que ele não se casou, pelo menos, não com a Chelsea!:)
bjs linda!

Brubs† : ooownnn, obrigada, flor, que bom que gostou!:D
bjks

LekaDevonne : sammy é incrível, adoro aquela guria!kkkk
espero que seu pc concerte logo!:)
seja muito bem-vinda, linda, e que bom que gostou dos capítulos, espero que tenha gostado desse também!*-*
bjks

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Inocência destruída - capítulo 17


Demetria narrando:

A pior parte de quando você perde alguém é voltar pra casa. A pessoa não vai estar lá como costumava estar, não vai te receber aos abraços e beijos, não vai te acolher e dizer que tudo vai ficar bem. Ela não estava mais lá.
Dispensei as tentativas de consolo de Joe e fui pro meu quarto, ainda não sabia do porque dele estar ali, depois perguntaria. A culpa era toda minha por ela ter ido, se eu tivesse dito pelo menos uma vez que a amava e que a havia perdoado, nada disso estaria acontecendo, se arrependimento matasse...
Não sei por quanto tempo fiquei trancada, mas chegou uma hora em que eu precisava por alguma coisa no estômago e desci as escadas. Peguei uma maçã na geladeira e me direcionei de volta pro quarto, mas ouvi alguns soluços, como se alguém estivesse chorando e segui o som até o escritório de Eddie, onde o encontrei aos prantos segurando um porta-retrato com força. É claro, ele amava aquela mulher e eu nem me toquei que ele deveria estar sofrendo também, talvez até mais do que eu. Sou muito egoísta mesmo. Bati na porta e entrei forçando um sorriso.
Demi: oi, pai!
Eddie: oi, querida! - ele enxugou as lágrimas e me convidou para sentar ao seu lado e assim eu o fiz - ela era linda...você está bem? - eu ri sem humor, ele estava preocupado comigo?! -
Demi: eu to, pai, mas e o senhor?
Eddie: eu a amava demais! - voltou a chorar, nunca o vi daquele jeito e isso me cortou o coração -
Demi: sinto muito, pai... - o abracei de lado -
Eddie: vai ficar tudo bem... - falou suspirando e eu forcei um sorriso -

No dia seguinte...

Nunca fui muito apegada à religião, sempre achava que só porque algumas pessoas não creem ou não tem fé são julgadas ou condenadas por isso, como se isso definisse o caráter delas. Mas agora...eu só peço a Deus que cuide da minha mãe e que aonde quer que ela esteja agora...que esteja em paz. O padre recitava um discurso enorme sobre coisas que eu nem sabia que ela fazia até agora, como o trabalho voluntário no orfanato onde Neithan mora e a doação mensal que ela fazia para o mesmo.
Todos estavam presentes para se despedir: os colegas de trabalhos, amigos recentes da cidade, os órfãos, mas alguns me surpreenderam como a família Jonas e Lola.
O caixão foi posto na cova e todos nós jogamos flores sobre ele, eu, claro, fui a primeira, depois veio Eddie e assim por diante. Eu me retirei para um canto, apenas observando o caixão com meu olhar triste e perdido na visão, porém eu não derramava uma lágrima sequer, não conseguia.
Quando dei por mim todos já haviam ido e eu fiquei sozinha.
Demi: me perdoa, mãe! - sussurrei antes de caminhar de volta pra casa -

Vi Joe parado próximo ao portão do cemitério me encarando preocupado. Eu suspirei pesadamente e fui ao seu encontro.
Joe: oi! - falou depois de reprimir os lábios -
Demi: obrigada por ter vindo, Joe, foi muito importante pra mim!
Joe: eu sei. - fez uma pausa - quer uma carona pra casa? - ofereceu e eu me surpreendi, mas respirei fundo pra disfarçar o incômodo que aquilo fazia -
Demi: a minha casa é aqui perto, não se preocupe! - dispensei me desviando dele, mas senti ele puxar meu braço -
Joe: por favor, precisamos conversar! - insistiu e eu assenti derrotada -

Fomos até o carro que eu ainda não sei se é dele mesmo ou o pai dele ainda não se convenceu em dar um veículo para o filho de 19 anos.
Demi: como foi seu aniversário? - ele deu partida no carro -
Joe: normal! - respondeu dando de ombros -
Demi: o carro já é seu? - ele riu -
Joe: é!
Demi: feliz aniversário atrasado! - sorri -
Joe: obrigado!
Demi: então, por quê quer conversar? - aquele clima extrovertido me fez bem, mas eu sabia que mais cedo ou mais tarde isso iria acabar e quanto mais cedo eu fizesse aquela pergunta, melhor! -
Joe: o casamento foi ontem! - relatou e eu não pude deixar de sentir um certo aperto no peito e voltar minha visão para frente onde os carros pareciam disputar uma corrida, mas isso pouco me importava -
Demi: que bom, você deve estar feliz! - murmurei forçando um sorriso -
Joe: mas não aconteceu!
Demi: o quê? - olhei pra ele novamente que parecia segurar o riso -
Joe: o casamento não aconteceu! - repetiu -
Demi: por que?
Joe: não é óbvio? - perguntou olhando rapidamente pra mim. Claro que era, ele havia desistido do casamento por minha causa, mas...ainda tinha a mãe dele no meio -
Demi: Joe...não dá!
Joe: eu sei o que a minha mãe fez com você! - tá, essa me pegou completamente desprevenida - ela meio que confessou na frente de todo mundo!
Demi: eu sinto muito!
Joe: ei, era eu que devia estar dizendo isso pra você! - brincou -
Demi: não tem graça! - falei séria -
Joe: tá, me desculpa!
Demi: tudo bem! - ele parou o carro em frente a minha casa e me encarou. Silêncio desgraçado!! - eu vou indo! - tentei sair do carro, mas fui pega de surpresa novamente com um beijo urgente -

Próximo capítulo...

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Respostas aos comentários anteriores:
alessandrademi : eu também acho que ele deveria ter um pouco de calma!
owwn, obrigada, linda, que bom mesmo que você gostou!!
trabalhei duro nela!;)
bjks

Brubs† : enganos acontecem e tá tudo bem, porque agente precisa deles de vez em quando pra rir, né??kkkkk
ooowwn, obrigada, amore, ce não sabe o quanto isso significa pra mim!:D
eu sei sim quem você é, boba, sou tua fã!kkkk
bjks

Jéssie Lloyd Lovato : essa tia De não pega leve, haha!kk
essa reação foi intencional!kkk
obrigada, amore!
bjks

Mariane*-* : obrigada pelo selo, amore!bjks

baby_monster : obrigada, linda, escrever drama é um pouco difícil também, porque pra sair direito eu tenho sentir o que os personagens estão sentindo pra poder escrever, entende??
daí de vez em quando acaba saindo uma porcaria!kkkk
bjks

Vitoria Oliveira : tudo bem, linda, queria eu viajar tanto assim!kkkk
sim, não vai ter mais casamento!uhuuuuuuu!kkkk
oown, obrigada, amore, bjks

Bia. : seja muito bem vinda, linda, fico muito feliz que tenha gostado e espero que continue por aqui!:D
bjks

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Inocência destruída - capítulo 16

Joseph narrando:

Vinte de agosto.
Aniversário de Demi e o dia do meu casamento. O teto branco à minha frente nunca pareceu tão interessante. Mas, por mais que a cama se tornasse minha escapatória no momento de todas as coisas que eu enfrentaria hoje, precisava levantar.
Em cada passo que eu ficava mais perto, cada segundo, de ficar frente a frente com Chelsea no altar, eu desejava com toda minha fé restante, ou que alguma coisa muito séria impedisse meu inferno que chegaria daqui a algumas horas ou que a mulher se arrumando para ser minha naquele exato momento fosse a aniversariante do dia.
Quando finalmente me vi pronto, desci as escadas e encontrei minha mãe com um belo sorriso feliz no rosto. Dona Denise não era perfeita como mãe, mas fazia o seu melhor e queria me ver feliz também e, pra mim, era isso o que importava, recompensa o senhor Jonas ser sempre ausente. Amor de mãe.
Denise: meu Deus, você está lindo! - disse, radiante, o que me fez sorrir como resposta -
Joe: obrigado, mãe, mas não exagera! - pedi fazendo uma careta. Ela se aproximou de mim e me olhava ternamente, percebi depois de um tempo que ela chorava - mãe? - chamei e ela ergueu o olhar até me encontrar - a senhora está bem?
Denise: não foi nada, só...emoção por meu menininho estar crescido! - forçou um sorriso e limpou as lágrimas. Eu sorri -
Joe: eu não vou abandonar você, mãe! - tentei tranquilizá-la -
Denise: eu sei que não! Agora vamos, quem chega atrasada é a noiva e não o contrário! - descontraiu me fazendo rir enquanto caminhávamos até a limousine estacionada em frente à mansão -

A caminho da igreja, todas os momentos que eu passei com Demi voltaram a minha mente, me fazendo soar frio. Sim, eu estava nervoso. Mais nervoso por talvez estar fazendo a escolha errada.

Flashback on

- O que foi, por que tá me olhando assim? - Demi perguntou, sorrindo envergonhada enquanto Joe a observava olhando serenamente as ondas do mar.
- Eu não sei, você tá diferente - ele respondeu - pra melhor! - sorriu.
- É, com certeza...diferente! - Demi disse se ajeitando para abraçá-lo melhor. Ele estava deitado sobre ela na grama enquanto que ela estava encostada em uma rocha, de modo que os dois admirassem a paisagem que o penhasco a sua frente os proporcionava.
- Se eu te perguntar uma coisa, você me responde? - Joe perguntou, receoso. A ansiedade pela resposta a pergunta que ele estava prestes a fazer o torturava desde o primeiro beijo do casal no baile, quando ela não o rejeitou como ele pensou que faria.
- Fala! - Demi pediu.
- Por que eu? - Ele falou de uma vez sentiu ela respirar fundo.
- Porque você foi a primeira pessoa que me tratou como mulher e não como uma lembrancinha, porque você é o cara mais lindo e inteligente que eu já vi e acima de tudo...eu amo você! - Demi respondeu enquanto observava um sorriso nascer nos lábios dele.

Joe não precisou perguntar mais, apenas selou seus lábios nos dela, de maneira tão calma e carinhosa que seria possível lágrimas de felicidade rolarem pelo rosto de ambos.

Flashback off

Esse foi nosso último encontro. Mal sabia que no dia seguinte ela me abandonaria daquela maneira. E essa lembrança só me fez abaixar o rosto para engolir a vontade de chorar, fazendo meio que uma careta e embaralhando mais ainda meus dedos entre si.
Nesse momento, voltei meu olhar para a janela no momento exato para apreciar a visão de Demi e Neithan brincando juntos e sorrindo na praia. Era aniversário dele também, lembrei. Quem sabe Demi tivesse encontrado um novo amigo.
Finalmente chegamos na igreja e fomos todos cumprimentar os convidados já presentes enquanto a noiva não chegava. Eu não queria que chegasse. Mas ao contrário do que eu tanto desejava, talvez por contradição proposital do destino, Chelsea chegou na hora, nem um minuto atrasada. Eu fiquei meio surpreso, confesso, mas não deixaria isso transparecer para não criar uma má impressão de mim, afinal, daqui a pouco seríamos marido e mulher.
Essa constatação fez meu estômago revirar, e pensar que, depois disso teria de tocá-la. Mas como? Eu não sinto atração alguma pela garota sorrindo a minha frente. Mas ela pensa o oposto. Sim, eu a enganei e me sinto terrível por isso.
Como já é perceptível, eu não prestei atenção a uma única palavra do padre, quando vi, ele já estava naquela famosa pergunta. Encarei os olhos azuis de Chel, tão profundos, mas nunca percebi uma coisa neles como agora: insegurança. Talvez fosse pelo fato de eu estar demorando muito para responder, então tratei de resolver isso.
Joe: sim! - disse de uma vez e, ao contrário, de novo, do que eu esperava, ela pareceu mais tensa ainda com minha resposta. Mas agora era a vez dela -
Chelsea: não! - respondeu firme e arrancando olhares surpresos de todos, inclusive de mim -
Joe: por quê?
Chelsea: porque eu não quero isso, você não quer isso e estamos todos tentando forçar uma grande mentira nessa igreja que devia ser um lugar onde duas pessoas que se amam, de verdade, deveriam estar se unindo! - sorriu e segurou meu rosto - como você e Demi!
Joe: você sabe? - ela riu brevemente -
Chelsea: qualquer um poderia perceber! - eu sorri e depositei um beijo na bochecha dela -
Joe: obrigada! - desci do altar e comecei a caminhar a passos apressados até a porta da igreja, foi quando ouvi dona Denise me chamar -
Denise:Joseph, pare! - eu me assustei e obedeci - você vai se casar!
Joe: não, mãe, hoje não! - tentei ir novamente, mas fui impedido -
Denise: você está cometendo um erro!
Joe: não é erro quando eu realmente a amo! - rebati -
Denise: ela não vai estar esperando por você!
Joe: o que você fez com ela? - eu sabia que poderia estar errado, mas não descartava a hipótese de ter um dedo dela nessa história -
Denise: ela é uma rebelde que só vai te levar pro mau caminho, meu filho! Os pais dela são meus empregados!
Paul: não, não são! - se pronunciou finalmente, normalmente ele deixava sempre ela comandar - Denise, você sempre age como se tudo que está em meu nome pertencesse a você, mas não é assim, sem esse casamento você não tem um tostão no bolso!
Denise: mas Paul, você... - foi interrompida -
Paul: mas nada! - disse sério e me olhou - vai atrás dela, filho! Seja feliz!
Joe: obrigada, pai! - sorri - e mãe? - chamei sua atenção - eu confiava em você... - deixei claro e saí finalmente -

Fui direto para a praia, onde ela talvez ela ainda estivesse e rapidamente vi Neithan na areia.
Joe: Neithan? - chamei e ele me olhou preocupado - sabe onde a Demi está?
Neithan: ela tá no hospital! - respondeu triste e meu coração que já batia forte pela corrida, doía de tão acelerado -
Joe: hospital?! Por quê?
Neithan: calma! - riu do meu nervosismo - ela tá bem, a mãe dela sofreu um acidente e... - fez uma pausa e ficou triste outra vez - parece que faleceu!

Meu Deus...
Sem pensar duas vezes, apenas agradeci Neithan pela informação e parti em direção ao hospital. Chegando lá, como não era muito grande por ser uma cidade pequena, nem falei com a recepcionista, só corri pelos corredores atrás dela. Eu já estava todo desarrumado e bagunçado agora, mas não me importava. Enfim a vi chorando sozinha enquanto andava, assim que me viu, veio correndo até mim e me abraçou. Eu retribui de bom grado.
Joe: feliz aniversário, pequena! - sussurrei enquanto afagava seus cabelos e a ouvi soluçar - eu sinto muito...

Próximo capítulo...

Me desculpem pela demora, mas tá aí um big pra vocês! beijos e comentem por favor! até o 17!;)
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Respostas aos comentários anteriores:
alessandrademi : aconteceu muita coisa no aniversário dela, né?kkkk
eu não sei como é perder a mãe porque graças à Deus a minha tá cheia de vida, mas eu me inspirei mais na ligação que eu tenho com minha mãe, é muito forte, daí imaginei se fosse diferente, se eu e ela brigássemos o tempo todo, se eu a perdesse, como seria, aí surgiu essa Dianna! Gostou?kkkk
Espero que sim, bjks amore!

Jéssie Lloyd Lovato : é um aniversário pra nunca mais ser esquecido!kkkk
que bom que gostou, linda, que bom mesmo, é ótimo ter você por aqui, espero que continue comigo!:D
Esse concurso é pra eu estudar em uma escola militar, tomara que eu passe, to cansada da gente falsa do meu colégio, quero novos amigos!kkkk
bjks amore!

Andreia Moreira : pois é, não é fácil pra ninguém perder a mãe em qualquer data!
mas pelo menos o Joe está lá, né??kkk
que bom que gostou, linda! :)
bjks

baby_monster : eu também sofri quando eu tinha cinco anos de idade, o nojento não chegou a me estuprar, mas foi porque eu falei logo pra minha mãe e ele foi preso!
mas desde então, não posso ouvir alguém contando, notícias nos jornais, relatos de vivência ou até mesmo ficção sobre esse assunto que eu tenho pesadelos, me assusta mais do que histórias de terror!
mas Deus é justo e eu sei que todos eles vão pagar pelo que fizeram, nessa vida ou na próxima!
bjks

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Inocência destruída - capítulo 15


Flashback on

- Mãe, quem é esse cara? - Demi perguntou desconfiada e com medo ao ver a mãe com um sorriso maldoso no rosto conversando com um homem, aparentemente bêbado, na sala de estar da antiga casa onde moravam. A garota tinha apenas 15 anos na época e estava assustada, pois Dianna apresentara problemas com drogas recentemente.
- É um amigo da mamãe, filha! - Dianna respondeu. Ela parecia mal ter consciência de seus atos.
- Essa é a preciosa, Dianna! - o tal homem perguntou sorrindo de um jeito que fez Demi estremecer e engolir seco.
- Sim, quer experimentar a mercadoria? Meu marido não tá em casa! - Dianna ofereceu se referindo à Demi.
- Claro! - o homem respondeu indo em direção à filha da mulher sentada no sofá.

Flashback off

Eu quero vomitar.
Sempre sinto isso quando essa lembrança volta. Aquele homem se aproximou de mim e me estuprou ali mesmo, na frente de Dianna. Ela não fez nada, apenas sorria.
Depois ela me forçou a entrar no ramo da prostituição para conseguir dinheiro pros malditos pacotinhos de droga dela. Ela se afundava nisso como consolo pela morte da preferida. Mas eu não podia dizer nada à Eddie, ela me batia se eu o fizesse.
Quando ele descobriu, denunciou os criminosos e internou Dianna, até hoje não entendo porque não se separou de vez dela. Desde então ignorar e me rebelar pareceu mais fácil do que encarar.
Eu não acreditei de primeira quando me disseram que era ela largada no meio da rua e toda machucada daquela maneira, pensei que fosse piada, alguma brincadeira, mas era verdade.
A ambulância chegou e logo estávamos a caminho do hospital. Eu estava aflita, sabia que ela corria um risco muito grande, mas acho que a maior parte era culpa.
Dianna: filha... - ouvi sua voz rouca -
Demi: oi, Dianna! - eu não controlava minhas feições e agora estava com os olhos encharcados e encarando-a -
Dianna: não...me chame de mãe...por favor! - pediu e eu senti meu orgulho descer garganta abaixo -
Demi: mãe! - lágrimas desceram por meu rosto nesse momento enquanto ela segurava minha mão como podia. Observei o ato com ternura e ela sorriu fraco -
Dianna: eu sei que...não fui a mãe que você queria, mas...me perdoa? - implorou chorando também. Algo me dizia que aquilo era uma despedida -
Demi: eu te perdoo! - respondi sincera. Senti mais lágrimas descerem e vi outro sorriso nascer naquele rosto muito machucado - mãe!
Dianna: eu te amo, filha... - ela ainda chorava -
Demi: eu também!

Chegamos no hospital finalmente, os médicos logo a levaram para dentro de uma sala onde não permitiram minha entrada, então fiquei esperando, aflita, roendo as unhas. Depois de uns vinte minutos, Eddie chegou, estava na recepção para conseguir informação, mas assim que me viu veio correndo até mim e me abraçou.
Eddie: como ela tá?
Demi: eu não sei, eles só entraram com ela e até agora não me disseram nada! - ele percebeu minha aflição pela minha voz e me abraçou de novo -
Eddie: vai ficar tudo bem! - tentou me acalmar -
Demi: ela me salvou...pai!
Eddie: ô, minha filha! - pude perceber que ele sorriu, mas já chorava também -

Esperamos mais ou menos uma hora ou duas, não sei ao certo, até que homem de jaleco branco com uma prancheta na mão quis falar com Eddie a sós, preferência dele. Fiquei vendo de longe os dois conversando e esperando ansiosa por qualquer sinal de uma boa notícia, mas...nada. Quando ele voltou parecia meio hesitante.
Demi: e então, o que ele disse? - perguntei ansiosa e vi Eddie me encarar triste -
Eddie: ela...morreu... - não... - sinto muito, querida!

Eu queria dizer alguma coisa, pelo menos um "meu Deus...", mas nada saía, como se todas as palavras simplesmente sumissem e eu não me lembrasse mais de nenhuma delas. Pus as mãos na boca para abafar meu grito de dor. As lágrimas eram impossíveis de ser controladas agora, mas eu não deixei que Eddie me consolasse. Andei pelo corredor de cabeça baixa sentindo a culpa me consumir como um veneno insuportável, se eu tivesse dado apenas uma chance...
Vi Joe em um dos corredores, nem parei para pensar no porque dele estar ali vestindo um terno preto que estava completamente desarrumado, só corri e o abracei com toda força que encontrei deixando minhas lágrimas ensoparem sua roupa. Ele retribuiu.
Joe: feliz aniversário, pequena! - sussurrou afagando meus cabelos e me ouvindo soluçar - eu sinto muito...

Próximo capítulo...

Me desculpem a falta de criatividade nas respostas, to muito cansada porque to estudando pra passar num concurso, me desejem sorte!:D
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Respostas aos comentários anteriores:
alessandrademi : eu não fiquei muito satisfeita com esse capítulo, mas que bom que você gostou, linda!:)
bjs

Sammy Santos : kkkk
espero que tenha conseguido entender!
Bom, se eu responder isso vou estragar a surpresa!kkkk
bjs

Fernanda : tem razão e elas se acertaram!:D
bjs

Vitoria Oliveira : ooowwwnnt, obrigada, amore!
Pois é, ela foi, espero que não tenha sido pesado demais!kkk
tá tudo bem linda, fico feliz por ter voltado!;)
bjs

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Inocência destruída - capítulo 14


Demi: o que tá fazendo aqui? Você devia estar na aula!
Joe: o professor não chegou ainda! - deu de ombros. Eu desviei o olhar e respirei fundo -
Demi: Joe, ontem... - ele me interrompeu -
Joe: eu entendi, tá? Você quer ser livre e viver sua vida, eu não vou te impedir! - disse dando as costas. Eu cerrei os olhos -
Demi: quer saber? Vai! - falei alto e ele se virou - viva sua vida seguindo as regras fazendo tudo o que a mamãe manda, até se casar com quem não ama! - eu ia saindo, mas ouvi sua voz soar baixo -
Joe: o que você tem a ver com isso? - eu ri leve só pra mim e me virei pra ele chegando mais perto enquanto escutava ele continuar - foi você quem escolheu tudo isso, você quem disse que eu era só um nerd insuportável, você quem me fez mancar na chuva com medo de te perder e depois disse que eu merecia alguém melhor, foi você que ... - eu calei aquele falastrão com um beijo urgente, com certeza o peguei de surpresa, mas eu precisava disso, Deus, como precisava...- por que? - perguntou em um sopro e abrindo os olhos devagar -
Demi: me perdoa! - sussurrei olhando-os nos olhos e depois saí -

Alguns dias depois...
Eddie: ei, moça, acorda! - me sacudiu levemente e eu abri os olhos devagar por conta da luz da janela invadindo o quarto - feliz aniversário! - me entregou uma caixinha com uma fita e um celular -
Demi: já é vinte de Agosto? Nem parece...
Eddie: pois é...
Demi: parece que foi ontem que nos mudamos! - olhei para os objetos em minhas mãos - falei que não queria presente!
Eddie: o meu não está embrulhado, então não conta! - era o celular, eu sorri leve e me sentei na cama para abraçá-lo -
Demi: obrigada, Eddie! - me soltou -
Eddie: você merce! - sabia que ele não iria deixar as boas notas passarem em branco - bom, eu tenho que ir trabalhar, se importa de ficar sozinha em casa?
Demi: eu vou sair também!
Eddie: ah é, a escola!
Demi: não!
Eddie: vai pra onde então?
Demi: é meu aniversário!
Eddie: não vá me aprontar mais uma, por favor!
Demi: não prometo!
Eddie: Demi! - ameaçou e eu bufei -
Demi: tá bom!

Apenas dezoito anos de vida. Eu olho pra trás e vejo que fui forçada a amadurecer muito rápido, não tive tempo pra sofrer com coisas bobas da vida como enjoar das bonecas, me encarar no espelho e me achar gorda por que algum garoto não gosta da minha aparência, ou simplesmente chorar por que minha mãe não me deixou e à uma festa na casa de uma amiga. Eu sou uma idiota mesmo.
Fiquei chutando um pouco da água do mar pra passar o tempo quando vejo Neitan se aproximando de mim emburrando e se sentando na areia.
Demi: Neitan? - chamei e me sentei ao lado dele -
Neitan: oi Demi! - respondeu tristinho e eu me preocupei -
Demi: o que aconteceu, pequeno?
Neitan: hoje é meu aniversário!
Demi: é o meu também, e parabéns pra você!
Neitan: obrigado, mas eu não tenho motivo pra estar feliz!
Demi: por que diz isso?
Neitan: por que hoje eu faço treze anos!
Demi: e...?
Neitan: você sabe como é difícil adotarem um adolescente!
Demi: você é órfão?
Neitan: sou, o Joe não te contou?
Demi: eu não falo com seu amigo tem um tempinho!
Neitan: vocês brigaram? Por que?
Demi: é complicado...
Neitan: pelo menos vocês tem quem os amam!
Demi: o pessoal do orfanato não te tratam bem?
Neitan: não é a mesma coisa se não são seus pais! - eu suspirei -
Demi: tudo vai ficar bem, eu prometo! O que você quer fazer hoje?

Neitan era um bom garoto, só era sozinho demais, as pessoas nunca lhe davam atenção, carinho ou apoio. Então, como aquele dia era o NOSSO aniversário, eu fiz de tudo para que ele tivesse o melhor de todos. Comemos muitos doces, passeamos, brincamos, como duas crianças, como nós merecíamos. Ao fim do dia, eu o deixei em casa e segui para a minha.
Quando vi o sinal aberto na rua eu comecei a atravessá-la, devagar, um sorriso involuntário enfeitava meu rosto ao lembrar da pequena comemoração com Neitan. De repente, ouvi uma voz muito familiar gritar meu nome ao longe. O resto dos instantes foram muito rápidos, a dona voz me empurrou pra longe e eu caí assustada escutando somente o som do metal chocando com um outro corpo e o cantar dos pneus freando rapidamente. Dianna salvou minha vida. Mas foi atropelada.

Próximo capítulo...

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Respostas aos comentários anteriores:
alessandrademi : obrigada linda!:D
Pois é, o Joe tá um pouquinho revoltado!kkkk
Esses professores nunca sabem da nossa vida e acham que estudos são a única coisa que existe!kkkk
bjs

Gah Oliveira : é por que eu já tenho a fic inteira montada, só falta escrever, entende?kkk
Tem escritoras por aí muito melhores que eu, isso que eu escrevo não é nada, mas obrigada assim mesmo!*-*
bjs

Sammy Santos : eu AMO essa saga, sou fã dos dois, mesmo se a Kris tiver mesmo traído o Rob, eu acho que ela merece uma segunda chance, até a Demi tava defendendo ela no twitter um dia desses!
own, obrigada, heart, você não sabe o quanto isso é gratificante pra mim! :D
bjs

§Bruna Lovato§ : Bem-vinda, amore, espero que continue por aqui!:)
oowwnn, obrigada, linda, que bom que está gostando, suas perguntas vão ser respondidas logo logo, prometo!
bjs

Andreia Moreira : obrigada, linda!:)
Você vai ficar sabendo logo logo, prometo!;)
bjs

sábado, 12 de janeiro de 2013

Inocência destruída - capítulo 13

Demi: Eddie, eu não to bem, vou pro meu quarto! - disse subindo as escadas e me poupando do interrogatório por ter chegado mais cedo do que deveria em casa -
Eddie: você não vai falar com seu tio Rob e sua tia Kris?
Demi: não, valeu! - respondi sem ânimo algum na voz -

Entrei no meu quarto e fechei a porta,  não tava mesmo afim de conversar, eu nem sabia se Joe pelo menos olharia na minha cara no dia seguinte, pra quê insistir então?
Ouvi algumas batidas na porta e a abri.
Robert: oi, minha sobrinha favorita! - sorriu simpático pra mim -
Demi: oi tio! - forcei um sorriso - posso ajudar em alguma coisa?
Robert: eu posso entrar? - perguntou receoso -
Demi: claro! - dei passagem pra ele entrar -
Robert: ual, isso tá precisando de uma pequena faxina! - disse rindo e se sentando na poltrona -
Demi: nossa, que gentil, tio Rob, também senti saudades suas! - me sentei na ponta da cama -
Robert: ô, que isso, Demi, me fala o por que dessa carinha?
Demi: é...complicado, tio! - falei suspirando -
Robert: eu já vi esse olhar antes, você tá apaixonada!
Demi: tá tão na cara assim?
Robert: claro como água! O que ele fez?
Demi: aí é que tá, ele não fez nada, eu fiz!
Robert: seja o que for, eu sei que ele vai te perdoar, seria um idiota se não o fizesse!
Demi: você nem sabe o que foi!
Robert: mas eu conheço minha sobrinha!
Demi: e a tia Kris? - tentei mudar de assunto -
Robert: está muito bem, vamos embora em uma semana!
Demi: depois daqui, vão pra onde?
Robert: Flórida, temos negócios para tratar lá!

Tio Rob era o tio mais legal que alguém poderia ter, mas eu só o via uma vez a cada dois anos, ele sempre estava trabalhando, sempre viajando, ele nunca para em um lugar só. Seguimos nessa conversa descontraída enquanto ele tentava me fazer esquecer dos problemas. O resto do dia eu não consegui sair, tia Kris sempre estava me impedindo.
No dia seguinte...
A pior sensação quando você sabe que não presta é que ninguém na face da Terra está disposto a te dizer o contrário, ninguém mesmo, se perguntar a alguém você é criticado ou zoado. É a hierarquia do ensino médio mostrando sua força.
Abri o meu armário para diminuir o peso da minha mochila guardando alguns livros lá dentro e quando me viro, a professora Melody me encara com uma feição nada boa. Ótimo, bronca de manhã cedo.
Melody: precisamos conversar, mocinha! - dizia com os braços cruzados -
Demi: não tenho tempo pra conversar agora, a aula do senhor Ross já vai começar! - Marthin Ross era meu professor de filosofia e nas terças a primeira aula era sempre a dele -
Melody: Marthin é meu amigo e irá entender se me acompanhar até a minha sala que está vazia neste momento! - insistiu e eu bufei -
Demi: o que quer de mim?
Melody: venha comigo e saberá!

Caminhamos até uma sala afastada das outras, uma sala que só era usada poucas vezes e, sinceramente, eu estava com medo do que aquela mulher queria me dizer, mas nem nos mais belos sonhos dela eu demonstraria isso.
Demi: fala! - disse quando entramos na sala esquisita que estava escura por algum motivo que eu pouco queria saber agora, só queria sair dali -
Melody: soube que você se envolveu mais do que pretendia com seu instrutor!
Demi: o que tem a ver com isso?
Melody: nada, mas você ainda precisa de explicações, suas notas caíram novamente desde a separação de vocês!
Demi: não, eu não posso, eu...estudo sozinha, mas por favor, me deixa longe dele! - implorei. Eu não podia arriscar, se Joe tivesse a chance, ele perguntaria o por que e eu não sei se aguento continuar mentindo pra ele -
Melody: acha que consegue?
Demi: eu prometo!
Melody: tudo bem, então! - se rendeu - se acha que consegue sem a ajuda de um instrutor, eu lhe dou uma chance! Mas se suas notas continuarem baixas... - eu a interrompi -
Demi: não vai se arrepender! - e então eu saí, sentindo um alívio percorrer por meu corpo -

As coisas que aconteceram desde que me mudei perturbaram muito a minha vida, não sei se consigo me concentrar em estudos agora, mas eu preciso tentar, era a única chance de salvar a minha família e a mim.
Joe: feliz por não ter que mais olhar na minha cara? - disse me parando no corredor e me dando o maior susto -

Próximo capítulo...

Hoje não teve foto por que eu não estou em casa, por tanto, o pc não é meu, maas, assim que eu chegar em casa, eu boto a foto, prometo!bjks
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Repostas aos comentários anteriores:
Sammy Santos : ele tá com raiva dela por que ele acha que ela terminou com ele por causa dessa vida de bebidas e diversão, mas nós sabemos que não foi isso!
Eu mesma chorei quando idealizei a cena, por que realmente, é uma cena muito forte, mas é o motivo da Demi ser desse jeito, é o motivo da empresa do Eddie ter falido e o motivo por eles terem se mudado, e isso aconteceu só por que a Dallas morreu. Tudo vai se esclarecer mais tarde!;)
bjs heart!

Gah Oliveira : kkkkkkkk
obrigada pelo selo, obrigada pelo carinho, obrigada por tudo, linda, mesmo, é por vocês que eu escrevo e é muito mais que gratificante saber que está gostando!bjs

alessandrademi : eu também choro quando escrevo isso!kkk
sou boba mesmo!kkk
obrigada, amorr, bjs

Fernanda : ele não está com ciúme, está com raiva por que ele acha que ela terminou com ele por causa dessa vida de bebidas e diversão, mas nós sabemos que não foi isso!
bjs